Caiu em shadowban, e agora?

Por: Mariana Gomes 

Tem algo estranho acontecendo com a sua conta no instagram? Seus posts não tem atingido as pessoas? Seus stories estão com as visualizações bem abaixo do que o normal? Situações como essas são bastante comuns e o fato de parecerem estranhas realmente tem fundamento.

Talvez você tenha caído em shadowban, o que explica o baixo alcance do conteúdo que você gera, e isso consequentemente afeta na interação. 

Certos comportamentos dos usuários no momento em que estão usando o Instagram podem originar a ativação de algoritmos da plataforma. Eles são entendidos como comportamentos inadequados e pouco comuns para perfis — e isso é que pode ser o início dos problemas com a sua conta.

Vamos entender agora o que é o shadowban e o que pode causar essa situação em sua rede? 

Na tradução literal, a palavra significa “banimento fantasma”. Na prática, é um mecanismo que a plataforma aplica para bloquear o desempenho das postagens de uma conta, mas de modo que esse impedimento não seja explícito. 

A plataforma faz isso de forma escondida, diminuindo o alcance de postagens do feed, comentários e de visualizações dos stories. Ninguém vê as suas publicações temporariamente, até que o ban se encerre. 

Os seguidores da conta vão conseguir visualizar os seus conteúdos, contudo, não será enviado com prioridade, aparecendo na linha do tempo, algo que o Instagram aplicaria normalmente. Contudo, ele não será impulsionado organicamente para outras contas pelo explorar. Então, caso você publique algo e coloque uma localização, os usuários que entrarem nos posts com a tag desse lugar não conseguem ver o conteúdo. 

Assim sendo, a única forma de visualizar a postagem é indo diretamente ao perfil que a publicação foi postada. O Instagram nunca oficializou que realmente faz isso, mas suas orientações deixam claro que alguns comportamentos podem gerar o shadowban.

O que fazer se você estiver em Shadowban?

  • Dê um tempo do seu perfil, deixe entre 24-48h sem nenhuma publicação;
  • mude seus hábitos, principalmente  no volume de postagens por dia;
  • Revogue qualquer acesso de aplicativos que usam seu perfil como acesso;
  • Caso seja uma conta de uma grande empresa, entre em contato com o Instagram.

Como evitar o Shadowban?

  • varie a hashtags 
  • Não use hashtags proíbidas
  • evite exagerar no uso de hashtags 
  • Reduza o uso de automação
  • Curta e comente com moderação
  • Esteja atento ao conteúdo das suas publicações
  • Mantenha-se atento às notícias sobre as políticas
  • Cuidado na hora do unfollow
  • Mantenha a conta sempre ativa

Entender o público da sua empresa pode ser a solução para o seu negócio caminhar

Por: Mariana Gomes

O mercado está cada vez mais competitivo, empresas surgem de todos os lados, e por isso é necessário se inovar constantemente. O empreendedor ou o negócio que se destacar no mercado com uma solução diferenciada, tem consigo a certeza de sucesso diante do seu público. Porém, não é com tanta facilidade que isso acontece, e pode acabar gerando uma falta de esperança. O que leva ao questionamento: Será que estou fazendo algo errado?

Mas, a verdade é que falta apenas identificar o perfil público da maneira correta. Para se entender isso é necessário mapear as características, as motivações e os interesses dos seus clientes. Fazendo uma análise mais profunda do seu cliente, você terá uma otimização de recursos que poupará tempo e irá gerar mais lucratividade para o seu negócio. 

Quer saber sobre o assunto e descobrir como identificar o seu público na prática? Primeiro será necessário entender a diferença entre persona, ideal customer profile (ICP) e público-alvo. Por que nem todos levam em consideração, mas existe uma linha tênue entre esses três pilares.

PERSONA: é um personagem desenvolvido na interpretação etnográfica de pessoas reais. Dessa forma, são levados em conta características psicológicas, qualidades particulares e outras questões comportamentais.

Baseado nisso, os personagens passam a ter nomes, hábitos, preferências e profissão. Um mesmo perfil pode apresentar diferentes personas, já que elas se baseiam em grupos de pessoas. Contudo, existem dois tipos de persona: a Buyer e a Brand.

PÚBLICO-ALVO: Os consumidores são separados de acordo com o local em que vivem, fatores econômicos e sociais, e também seus comportamentos de compra.

ICP: Resumidamente é o cliente que tem boas experiências com seu negócio. A sua empresa deve pensar em novos serviços de acordo com o histórico desses clientes, porque sabe o que os deixam satisfeitos. E, assim, acabam atingindo outras pessoas com o mesmo perfil. 

Entendendo melhor sobre o seu cliente ou público a sua empresa conseguirá mais resultados!

Gerações baby boomer, X, Millennials e Alpha e o consumo de mercado

O que mudou entre cada geração na maneira de consumir?

Por: Mariana Gomes 

A forma de consumir conteúdo vem mudando não apenas com o passar dos anos, mas com as transições entre as gerações que tendem a consumir conteúdo de formas diferentes umas das outras. Esse fator pode ser observado, principalmente, com o avanço da tecnologia em conjunto com o nascimento das duas últimas gerações que já foram apresentadas a um mundo totalmente conectado. São elas as gerações Z e Alpha, que nasceram entre o final de 1990 até 2010 e após 2010. 

Ao longo desses anos muitas tecnologias foram avançando e as redes sociais ficaram cada vez mais desejadas. A vida nesse meio tempo já estava 100% conectada, diferente dos Millennials ou Geração Y, os nascidos entre 1980 e 1995, que que tiveram que se adaptar ao mundo com e sem os avanços tecnológicos. Esta geração viveu em um mundo em total transição, vendo mudanças drásticas durante a infância, adolescência e vida adulta. Por isso, os três grupos desenvolveram características muito diferentes de seus pais e avós. 

Essas pessoas tendem a ser mais individualistas e imediatistas, mas,  mesmo assim, possuem um pensamento mais crítico e com um viés mais social e ativista, tendo os Millennials como suas principais referências, o que os leva a serem mais engajados na sociedade. Tal geração também é vista como uma inspiração para os mais velhos, que viveram muitos anos sem tecnologia, e apesar disso, querem se encaixar nos novos “padrões sociais”. 

Para isso, o marketing tem que acompanhar tais atualizações mundiais para que as empresas entendam como essas pessoas estão consumindo ou deixando de consumir conteúdo. 

Nesse contexto, profissionais da área estão baseando seus estudos nos comportamentos, motivações e interesses, porque são os jovens que vão ditar as tendências de mercado – na verdade já estão. Por esse motivo as empresas estão tendo que se readequar e conhecer o ambiente e a forma de pensar dessas pessoas, sem deixar de lado as gerações passadas que permanecem consumindo.

É importante saber que o futuro do marketing vai ser estabelecido pelo comportamento e características das crianças de hoje, e mesmo que atualmente o mercado esteja focado nos jovens de 16-25 anos a geração alpha já está sendo analisada. Para isso vamos entender um pouco melhor de cada geração e como elas se comportaram em um mundo pós pandemia?

GERAÇÃO BABY BOOMER: São os nascidos pós-segunda guerra mundial, entre 1940 e 1960 (hoje estão entre 60 e 80 anos). Aqui no Brasil acontecia o movimento Tropicália e o governo de Juscelino Kubtscheck, que prometia “50 anos em 5” um período de muito otimismo.  Vale considerar que essas pessoas possuem grande parte da riqueza, um ponto importante para o mercado de consumo. 

Eles geralmente são mais resistentes a mudanças e priorizam a estabilidade. Durante o período de pandemia eles foram a geração com menos consumo de mídias digitais recorrendo a maior parte do tempo para TV. 

GERAÇÃO X: Nascidos entre 1960 e 1980 (hoje estão entre 40 e 60 anos), eles herdaram muitas características dos seus pais. Por esse motivo essas pessoas permaneceram com características que prezavam pela busca por estabilidade, disciplina e respeito à hierarquia. 

Nesse período acontecia no mundo a guerra fria e Brasil  ditadura militar e o otimismo já não existia entre os jovens. Por conta da instabilidade do governo eles adquiriram características mais individualistas e competitivas. Esses pontos foram incentivados por ações de marketing, que foram intensificadas sobre eles. 

Durante a pandemia essa geração consumiu bastante TV também, mas utilizou a TV pelo streaming.

GERAÇÃO Y OU MILLENNIALS: Os Millennials nasceram em um contexto de redemocratização, entre 1980 e 1995 (hoje estão entre 40 e 25 anos). Essas pessoas tendem a ser mais flexíveis a mudanças, eles têm ânsia por inovação, desafios e transformação. Para eles, o que é a paixão, a ousadia e a experiência, não a estabilidade. 

Eles são uma geração questionadora, principalmente, por terem crescido em conjunto com a globalização. Os Millennials não querem o mundo que os pais e os avós deixaram e acabam tendo pensamentos mais críticos, sustentáveis e sendo engajados em causas sociais. 

Eles se tornam referência para os mais jovens por serem pessoas que não ficam acomodadas e inspiração para os mais velhos pelo mesmo motivo. Portanto, eles vão ter grande poder de influência no consumo. 

Os estudos mostram que com a chegada dessa geração veio uma obsessão pela juventude, mudando a forma de consumo. Uma geração que inclusive é dividida em duas partes: os old millennials, que foram crianças nos anos 90 e conheceram o mundo sem internet, e os young millennials, que foram criança nos anos 2000 que já viveram um mundo com internet. 

Durante a pandemia eles consumiram serviços de streaming, games, lives, portais de notícias e vídeos onlines. 

GERAÇÃO ALPHA: Nascidos em um período de recessão econômica eles estão crescendo em um período de polaridade e extremismo.Dessa forma, não tem como saber ainda como será o comportamento dessas crianças. 

No entanto, eles se relacionam naturalmente com a tecnologia, principalmente a mobile. Mas o que vai marcar essa geração é a inteligência artificial. Consequentemente, a tecnologia vai ainda mais integrada à sua vida, até mesmo ao seu próprio corpo.

Os integrantes dessa geração tem aproximadamente 10 anos e ainda não estão no mercado de consumo. Porém serão os próximos da fila e os profissionais de marketing já se questionam e tentam analisar como serão essas crianças no futuro. 

fontes: Rock content e Visual Capitalist